MIDNIGHT COWBOY julho 11, 2009
Posted by Ramiro Pissetti in Title Design.Tags: 1969, Jon Voight, Schlesinger
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Abertura esperta de Perdidos na noite (Midnight cowboy, 1969), com música de Harry Nilsson.
Dirigido por John Schlesinger e estrelado por Dustin Hoffman (‘Ratso’ Rizzo) e Jon Voight (Joe Buck), foi o vencedor dos oscars de melhor Filme, Diretor e Roteiro Adaptado no ano seguinte.
THE GIRL ON A MOTORCYCLE / LOST HIGHWAY julho 10, 2009
Posted by Ramiro Pissetti in Title Design.Tags: Cardiff, Faithfull, Lynch, road movie
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Jogo dos 7 Erros: Design de créditos de A Garota da Motocicleta (The Girl on a Motorcycle, 1968) x Abertura de Estrada Perdida (Lost Highway, 1997).
Road movie dirigido por Jack Cardiff e estrelado por Marianne Faithfull.
Title design elaborado por Jay Johnson para filme de David Lynch.
THE GOOD, THE BAD AND THE UGLY julho 9, 2009
Posted by Ramiro Pissetti in Pôsteres.Tags: Leone
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Três pôsteres em conflito: The good, the bad and the Ugly (1968), de Sergio Leone.

Espanha

França

Itália
BRAIN DEAD julho 8, 2009
Posted by Ramiro Pissetti in Balaio, Cenas Clássicas.Tags: Peter Jackson, Sanguera, Splatter
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O legítimo Macaco-rato de Sumatra (Simian Raticus)
Já que nada mais se cria no cinema, só nos resta celebrar filmes capazes de reunir dezenas de referências a outras obras e que, mesmo assim (ou por causa disso), tornam-se novos clássicos. É o caso de Fome Animal (Brain Dead, 1982), dirigido por Peter Jackson bem antes de se cogitar a hipótese do cara encabeçar megaprojetos como King Kong e Senhor dos “Anerds”.
O filme é o neto legítimo de Banquete de Sangue (Blood Feast, 1963) e o sobrinho mal-comportado de Evil Dead (1982). Nele é possível encontrar os principais ingredientes do subgênero splatter-gore, como golfadas de vômito, mutilações, esquartejamentos e sangue.
Não é difícil encontrar o DVD de Fome Animal em bancas de revistas por menos de 10 reais.
Quando mamãe provoca constrangimento na frente das visitas.
DEEP THROAT julho 2, 2009
Posted by Ramiro Pissetti in Pôsteres.1 comment so far
Houve um tempo em que até pôster de filme pornô tinha seu charme: Garganta Profunda (Deep Throat, 1972).

VICTORY julho 1, 2009
Posted by Ramiro Pissetti in Cenas Clássicas.Tags: John Hurt, Michael Caine, Pelé, Stallone
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Pelé e Stallone são treinados por Michael Caine em Fuga para a Vitória.

Um time com Bobby Moore (Inglaterra), Osvaldo Ardiles (Argentina), Pelé, Stallone no gol (!) e Michael Caine de treinador? Esta seleção dos sonhos, que contava com outros craques do futebol mundial, foi escalada pelo diretor John Hurt em 1981, para o filme Fuga Para a Vitória (Victory).
Durante a Segunda Guerra, oficiais alemães decidem promover um jogo de futebol entre militares e prisioneiros, a fim de demonstrar a superioridade da raça ariana. O time de presos, formado por jogadores de diferentes nacionalidades, aceita a proposta somente para tentar colocar em prática um plano de fuga.
Abaixo, duas cenas memoráveis do filme. Na primeira, Pelé manda uma bicicleta no gol alemão, com direito a replay.
Incentivado pela torcida que acabou de entoar A Marselhesa, Stallone encarna uma cena típica de Rocky Balboa quando é desafiado a defender um pênalti.
DANGER: DIABOLIK junho 25, 2009
Posted by Ramiro Pissetti in Title Design.Tags: 1968, Mario Bava
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John Phillip Law faz o papel do “James Bond bandido” ou do “Robin Hood que rouba pra arcar com os altos custos da vida de playboy”.
1967 está para o rock assim como 1968 está para o cinema. No “ano que não terminou” foram produzidos marcos dos mais variados gêneros, como Barbarella, Era uma Vez no Oeste, Bullit, Planeta dos Macacos, A Noite dos Mortos Vivos, 2001 – Uma Odisséia no Espaço e O Bandido da Luz Vermelha.
Uma das pérolas do período é Danger: Diabolik, adaptado dos quadrinhos por Mário Bava. Mestre do terror gótico (é dele o clássico A Máscara do Demônio), o diretor italiano surpreende ao optar por um visual moderno (pra época), mesclando ingredientes de psicodelia e arte pop. Méritos para a direção de arte de Flavio Mogherini e a fotografia de Antonio Rinaldi.
De quebra, também integraram o time de Danger: Diabolik, o produtor Dino De Laurentis, o compositor Ennio Morricone e os atores John Phillip Law (no papel principal) e a gatíssima Marisa Mell (a “diabolik-girl” oficial).

CHELSEA GIRLS junho 24, 2009
Posted by Ramiro Pissetti in Pôsteres.Tags: Aldridge, Beatles, Nico, Warhol
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Não titubeie se um dia te fizerem a esdrúxula pergunta: “Qual o ponto em comum entre Cream, Beatles, The Who, Andy Warhol, Tears for Fears, Incubus e Jean Genet?”. Responda que todos eles, em algum momento, recorreram aos serviços de Alan Aldridge.
Apesar de ter iniciado a carreira como ilustrador da editora Penguin e depois ser efetivado como diretor de arte do The Sunday Times, Aldridge ganhou notoriedade mesmo com a produção de capas de disco e pôsteres para bandas nos anos 60 e 70. De suas mãos saíram ilustrações insanas, como a de Captain Fantastic and The Brown Dirt Cowboy (1975), de Elton John.

Uma de suas principais obras foi o livro The Beatles Lyrics Illustrated (1969). Posteriormente trampou como consultor de design da Apple Records e criou logotipos das casas noturnas Hard Rock Café, House of Blues, entre outras.
Mas como a conversa aqui ainda é cinema, o destaque vai para o cartaz de Chelsea Girls (1966), dirigido por Andy Warhol e estrelado por Nico. Nesta imagem, Alan Aldridge reúne os elementos centrais do filme: sexo, drogas e experimentalismo.
A mesma arte foi reutilizada na capa do disco The Splendour of Fear, da banda Felt. Mas estes não são do meu tempo.
CINEMA E VINIL junho 21, 2009
Posted by Ramiro Pissetti in Title Design.Tags: Frears, Muylaert, Thomas Edison, vinil
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Aumento das vendagens, ressurreição de fábricas desativadas e a proximidade do Dia do Vinil (Thomas Edison lançou o fonógrafo, em 12 de agosto de 1877). Saudemos os bolachões com dois posts!
Pra começar, Alta fidelidade (High fidelity, 2000), adaptação de Stephen Frears para o romance homônimo do inglês Nick Hornby. O filme é co-roteirizado e estrelado por John Cusack, que faz o papel de Rob Gordon, proprietário de uma loja de discos que, além dos vinis, coleciona fracassos amorosos.
Dirigido por Anna Muylaert, Durval Discos também conta a história de um dono de loja de discos (esta localizada no bairro paulista de Pinheiros). Em pleno 1995 (último ano em que a indústria fonográfica brasileira fabricou discos de vinil), Durval, interpretado por Ary França, se recusa a trabalhar com o formato de CDs.
Dividido em lado A e lado B, é um dos mais desencanados e criativos filmes nacionais da fase pós-retomada. Destaques para a trilha sonora assinada por André Abujamra e que ainda contempla músicas de Jorge Ben, Novos Baianos, Luiz Melodia e Tim Maia Racional; e a abertura filmada na Rua Teodoro Sampaio, conhecida pela alta-concentração de lojas de instrumentos. Com uma steadycam na mão e uma diretora de arte com cabeça (Ana Mara Abreu), Muylaert realizou uma das mais célebres aberturas da histíria do cinema nacional.
Entre outros prêmios, Durval Discos ganhou sete Kikitos de Ouro em 2002 (Melhor Filme, Prêmio do Júri Popular, Prêmio da Crítica, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte).